domingo, 27 de dezembro de 2009

Turbinando o Lazarus

A maioria dos softwares quando são instalados vêm com as opções padrão ativadas, o Lazarus também é assim, e pessoalmente eu acho ele muito simples com as opções padrão. O objetivo deste artigo é mostrar as principais  funcionalidades que acompanham o Lazarus, no entanto, não estão ativadas por padrão; vamos ativá­las agora mesmo!

Primeiro veja o Lazarus sem nenhuma alteração, apenas instalei e abri



Que janelas desorganizadas, vamos organizá­las e mostrar uma muito importante que esta faltando, a janela Project Inspector, que esta disponível no  menu Project | Project Inspector, veja na imagem abaixo o Lazarus apenas com as janelas alinhadas, visualmente já fica bem interessante



Viu só? A janela principal esta alinhada de acordo com os componentes e do monitor (no meu caso, 1024x768), a janela Menssages esta alinhada logo abaixo das outras janelas, o editor de código (ou Source Editor) esta alinhado para ficar mais amplo, sendo ideal para editar códigos longos. A janela  Project Inspector esta a direita, ela é muito útil para uma rápida navegação nos fontes  do projeto, principalmente se o seu projeto tiver vários Forms e Units. Agora  vamos conhecer as principais funcionalidades disponíveis no menu Environment | Options ...



Se você não usa o atalho para arquivos e projetos abertos recentemente, defina 0 nos campos Max recent files e Max recent project files, do contrário, configura de acordo com sua necessidade.
Uma opção que não uso é a Open last project at start, ela é responsável por abrir na inicialização do Lazarus o último projeto que foi fechado.

A opção Show compile dialog exibe uma janela de compilação, conforme mostro na figura abaixo



Caso você não queira ver detalhes da compilação, deixe esta opção desmarcada.
Os outros campos são para você informar diretórios e arquivos que o Lazarus precisa para poder trabalhar, então não precisa mexer neles; veja na imagem abaixo a configuração para melhor performance do Lazarus



Outro recurso que agiliza bastante é o de, quando ocorre um erro e o usuário dá um duplo clique na janela de mensagens, o Lazarus mostrar rapidamente a linha onde esta o erro, veja na imagem abaixo



Para ativar este recurso use a opção Double click on messages jumps (otherwise: single click) da guia Desktop



Como o objetivo deste artigo não é apresentar o Lazarus, vamos partir para as outras etapas para deixar o Lazarus mais rápido; Agora vamos desativar o recurso de backup, caso você use esta opção, pule esta parte.

O Lazarus faz backup de todos os arquivos abertos no Source Editor, eu nunca uso este recurso, pois nunca precisei recorrer aos arquivos com "~" (ou xxx) depois da extensão, por exemplo, MinhaUnit.pas~. Para desativar o recurso de backup, configure as opções da guia Backup como mostro na imagem a seguir



Pronto, o Lazarus não vai precisar se preocupar em criar os arquivos de backup.

Você deve estar se perguntando: "... será que isto vai contar mesmo na performance do Lazarus?"; Desativando apenas uma das opções que mostrei até agora, realmente não haverá muita diferença, porém, desativando várias, com certeza você irá sentir uma diferença da hora de compilar/salvar seu projeto, eu fiz o teste em um Pentium-III/650MHz/128RAM e senti uma diferença significante de performance. Vamos continuar o artigo, ainda falta mais algumas configurações interessantes a fazer!

Não sei se você já notou, mas a fonte do Source Editor do Lazarus no Linux é um tanto exagerada, o que leva o usuário a perder um pouco de tempo para navegar nos fontes, usando o botão do meio do mouse (Wheel), veja como diminuí-la



No meu caso, com um monitor de 1024x768, usei o tamanho 8. Você pode achar que a fonte ficou pequena observando a imagem que vou mostrar, mas no monitor você irá sentir uma ótima melhoria na visualização dos fontes, veja a comparação na imagem a seguir



Veja na imagem a seguir a configuração que uso



Se você preferir as cores do Source Editor do Delphi, defina a seguinte opção para Delphi (o valor padrão é – Default)



A aparência do Source Editor ficará idêntica a do Delphi, veja na imagem a seguir



Você já deve estar um pouco cansado de ler, não é? Não vai cochilar aí, já estou quase acabando :-)

O Lazarus por padrão não remove métodos vazios nas implementações, ou seja, se você jogar um botão no Form e implementar algo no OnClick dele, e logo após remover o código do OnClick e salvar o projeto, o método vazio ficará vazio e intacto, e acredito que você não gosta disso também. Para configurar o Lazarus para ele remover os métodos vazios (todos), vá a guia Automatic features e marque a opção Auto remove empty methods, conforme mostro na imagem a seguir



Para testar, jogue um botão no Form, dê um duplo clique sobre ele e não digite nada, depois salve; o método vazio será removido automaticamente.

Vamos para a penúltima opção de configuração. Abra um novo projeto no Lazarus e digite o seguinte após public e use o atalho Shift+Ctrl+C

property Teste: string;

Será gerado o seguinte código

procedure TForm1.SetTeste(const AValue: string);
begin
  if FTeste=AValue then exit;
  FTeste:=AValue;
end;

Note que FTeste esta colado no simbolo "=", que esta colado em AValue, o que em um código organizado seria da seguinte maneira

procedure TForm1.SetTeste(const AValue: string);
begin
  if FTeste = AValue then Exit;
  FTeste := AValue;
end;

Afastados, fica melhor! Para que o Lazarus faça isso automaticamente, ative as seguintes opções



Desfaça – usando Ctrl+Z – o código que o Lazarus gerou, até ficar somente property Teste: string; e use novamente o atalho Shift+Ctrl+C, ele irá gerar o seguinte código com formatação organizada

procedure TForm1.SetTeste(const AValue: string);
begin
  if FTeste = AValue then Exit;
  FTeste := AValue;
end;

Viu só que legal?

Agora vamos desativar a última opção, aquela mensagem que aparece logo após você finalizar o seu projeto – depois do F9 (Run)



Para desativá-la, desmarque a seguinte opção da guia General



Pronto, acabou, finalmente o seu Lazarus esta configurado, ou melhor, turbinado!

Procure entender mais os recursos disponíveis do Lazarus, eles estão aí e merecem ser explorados, veja nas duas imagens a seguir mais dois recursos que uso aqui, e que acho bem interessantes





Na primeira imagem eu configurei o Lazarus para não renomear os arquivos para minusculo, pois uso Units com inicial maiúscula (ex: MainIntf.pas); já na segunda imagem eu instalei o pack Editor Toolbar que acompanha os componentes do Lazarus, o qual lembra muito o CnPack (para o Delphi), onde eu posso adicionar determinados menus que mais uso na barra de tarefas do Source Editor.

Todos os recursos que apresentei neste artigo são válios para o Lazarus independente do sistema operacional onde você o instalou, eu testei na minha cópia de uso que esta instalada no Linux (distro Ubuntu), e em uma cópia que de testes instalada no Windwos (XP).

Bom, chegamos ao fim deste artigo, obrigado pela paciência para ler e sinta-se a vontade para comentar ou enviar e-mail, apesar de eu demorar um pouco para responder os e-mails (atualmente meu tempo é muito escasso devido a faculdade e trabalho) eu sempre leio e respondo todos.

Abraços, e até a próxima!

Silvio Clécio

Faça o download deste artigo em formato PDF aqui.

Minha IDE turbinada


Divulgue este artigo, mas por favor, indique o autor –> silvioprog.blogspot.com.


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sábado, 26 de dezembro de 2009

Turbinando o Firefox

Com certeza você conhece o melhor navegador de Internet, falo do Mozilla Firefox, se não conhece, veja na imagem abaixo



Mozilla Firefox, ou somente Firefox, tem ótimos acessórios que podem ser adicionados gratuitamente. Também existe uma opção no Firefox que não é visível ao usuário, exceto com um atalho que vou mostrar agora mesmo; abra o Firefox e digite o seguinte atalho na barra de endereços e em Enter

about:config

Será solicitada uma confirmação para abertura na janela, clique em Serei cuidadoso, prometo!



ATENÇÃO: As opções avançadas estão ocultas propositalmente para o funcionamento correto do Firefox, então muito cuidado ao mexer nelas!



Agora, no campo Localizar procure pela seguinte opção e defina true, clicando duas vezes sobre a ela

network.http.pipelining



Por fim, defina 10 na próxima opção

network.http.pipelining.maxrequests



Pronto, reinicie o Firefox que a navegação na Web estará mais rápida!

Outro acessório (agora vou chamar pelo nome correto – complemento) muito importante é o de aceleração e gerenciamento de download, um dos mais estáveis e funcional que encontrei foi o DownThemAll, acesse o link a seguir e clique em Add to Firefox

https://addons.mozilla.org/pt­BR/firefox/addon/201/developers/post_install?confirmed=true



É só confirmar e reiniciar o Firefox, conforme mostro nas duas imagens a seguir




Pronto, agora veja o complemento em ação



Achou pouco os meus 15.4 KB/s? Imagine antes, o máximo que eu atingia era 2 KB/s! :­-P

Até aí você já aprendeu a configurar duas opção avançadas do Firefox (o pessoal nos fóruns chama o Firefox por FF) e adicionar um complemento, agora é só mandar ver na instalação de outros complementos e turbinar o Firefox, existem muitos e a maioria é free, um que utilizo muito aqui é o Easy YouTube Video Downloader para capturar vídeos do YouTube, veja na imagem abaixo



Pronto, é isso!

Silvio Clécio

P.S.1: Faça o download deste artigo em PDF aqui.
P.S.2: O próximo artigo será sobre como turbinar o Lazarus.


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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Instalando o Lazarus-0.9.28.2 no Karmic Koala

Na seção Documentos deste blog temos documentos com distintas opções para instalar o Lazarus no Ubuntu, e como documentação sobre o Lazarus é sempre bem-vinda, vou mostrar mais uma maneira prática de instalar o Lazarus no Ubuntu-9.10; agora vamos ao que interessa!

Abra o Synaptic, procure e instale os arquivos referentes ao FreePascal-2.2.4-3 (use Ctrl+F e procure por "fpc", sem aspas), conforme mostro na imagem a seguir



Feito isso, baixe um pacote DEB que disponibilizo dividido em 3 partes (os arquivos foram testados e aprovados) nesse link - objectpascal.4shared.com



Após baixar os três, descompacte o lazarus_0.9.28.2-1_i386.7z.001. Para descompactar o arquivo é necessário ter o 7zip ou algum programa para descompactar arquivos .7z, o 7zip é free e pode ser baixado nesse link - www.7-zip.org.

Tento descompactado com êxito, você terá o aquivo lazarus_0.9.28.2-1_i386.deb.



Agora é só instalar, abra o pacote e clique no botão Instalar Pacote



Após instalado o pacote, vá ao menu Aplicativos | Desenvolvimento | Lazarus e abra o Lazarus, deve aparecer a seguinte mensagem de configuração



Clique em OK que um diretório default será gerado automaticamente.

Finalmente o seu Lazarus esta instalado e pronto para uso, veja ele aberto na figura abaixo



Legal heim? Esta é a famosa e melhor IDE que já surgiu para o FreePascal. Enjoy! :-)

No próximo artigo irei mostrar como turbinar o Lazarus para deixá-lo mais rápido e prático, utilizando recursos que acompanham no pacote de instalação. Lembrando que o que for mostrado nos artigos vale para Linux e Windows, pois o Lazarus é multi-plataforma.

Comente esta postagem, dúvidas, sugestões e críticas construtivas serão bem vindas.

Abraços, e até a próxima!

Silvio Clécio

P.S.: Este mini artigo pode ser baixado em versão PDF aqui.


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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Vídeo aulas, nosso sincero presente de natal



Olá pessoal,

Conforme prometido, o site já tem três vídeos didáticos, esses três primeiros são da categoria iniciante (não custa nada um veterano dar uma espiadinha :-) ), explicando como criar um banco de dados SQLite e acessá-lo através de uma aplicação desenvolvida com o Lazarus, usando o ZeosDBO para a comunicação com o banco de dados.

Os vídeos estão no formato SWF e podem ser assistidos direto pelo browser, permitindo o uso de zoom para uma visualização mais ampla e/ou com maior qualidade. Os vídeos são FREE, podem ser baixados e distribuídos, bastando apenas manter os créditos do autor.

A didática aplicada nos vídeos é idêntica a que podemos ver nos vídeos sobre NF-e que o governo disponibiliza; vídeos curtos e objetivos, buscando ir direto ao ponto e não cansar o aluno.

Bons estudos, espero que gostem do sincero presente de natal,

Ericson Benjamim
Silvio Clécio


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domingo, 13 de dezembro de 2009

Tweak no Ubuntu

Olá,

Eu sempre gostei de customizar meu WinXP com o Tweak; remover ícones indesejados, templates de programas recém instalados, itens do Adicionar/Remover programas e etc., veja na figura abaixo o Tweak UI que eu usava no XP (instalei numa máquina virtual para editar esse artigo):


Procurei se no Ubuntu havia algo nativo, como não encontrei fui buscar uma solução na web e encontrei o Ubuntu Tweak, veja nas figuras abaixo:


Para instalar o Ubuntu Tweak é simples, abra o terminal e digite a seguinte linha:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

Com o editor aberto, insira as seguintes linhas:

deb http://ppa.launchpad.net/tualatrix/ubuntu hardy main
deb-src http://ppa.launchpad.net/tualatrix/ubuntu hardy main

Salve e feche o editor, e retorne ao terminal e digite as seguintes linhas:

sudo apt-get update
sudo apt-get install ubuntu-tweak

Depois de concluída a instalação, vá ao menu Aplicativos | Sistema | Ubuntu Tweak, como mostro na figura abaixo:



Pronto, agora você tem um Tweak em seu Ubuntu!

Silvio Clécio


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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Comandos básicos do Linux


Na postagem anterior – extraída do site www.mundolunga.com – vimos sobre os principais diretórios do Linux, agora, precisamos saber o básico (ou mais) sobre comandos, para manipularmos distintas tarefas no Linux, endependentemente dele estar com uma iterface gráfica, vamos ver uma matéria completa do site www.infowester.com

(acesem os dois sites citados acima, têm muitas inforações importantes sobe Linux neles):

Introdução

O Linux (na verdade, GNU/Linux), assim como qualquer sistema operacional moderno, é perfeitamente capaz de oferecer interação com o usuário através de gráficos, fazendo com que seja possível utilizar a maioria de seus recursos através do mouse. Porém, em dado momento, o modo gráfico pode não estar disponível, restando apenas o modo texto (para a inserção de comandos). Além disso, determinadas tarefas só podem ser executadas por comandos digitados. Para não ficar perdido em qualquer dessas situações, é necessário conhecer alguns comandos do Linux. É isso que essa matéria apresenta a seguir.

Onde e como digitar os comandos?

Se o Linux que você utiliza entra direto no modo gráfico ao ser inicializado, é possível inserir comandos no sistema através de uma aplicação de terminal. Esse recurso é facilmente localizável em qualquer distribuição.

A imagem abaixo, por exemplo, mostra um terminal no Ubuntu Linux:
Terminal no Ubuntu Linux

Se o computador que você acessa não estiver com o modo gráfico ativado, será possível digitar comandos diretamente, bastando se logar. Quando o comando é inserido, cabe ao interpretador de comandos (também conhecido como shell) executá-lo. O Linux conta com mais de um, sendo os mais conhecidos o bash e o sh.

Quando um terminal é acessado, uma informação aparece no campo de inserção de comandos. É importante saber interpretá-la. Para isso, veja os exemplos abaixo:

Exemplo 1: [root@infowester /root]#
Exemplo 2: [wester@alecrim /]$


Observação: dependendo de sua distribuição e de seu shell, a linha de comandos pode ter um formato ligeiramente diferente do que é mostrado nos exemplos. No Ubuntu Linux, por exemplo, o segundo exemplo fica na seguinte forma:

wester@alecrim: ~$

Nos exemplos, a palavra existente antes do símbolo @ diz qual o nome do usuário que está usando o terminal (lembre-se de que no Linux é necessário ter um usuário para utilizar o sistema). Os nomes que aparecem depois do @ indicam o computador que está sendo acessado seguido do diretório.

O caractere que aparece no final indica qual o poder do usuário. Se o símbolo for #, significa que usuário tem poderes de administrador (root). Por outro lado, se o símbolo for $, significa que este é um usuário comum, incapaz de acessar todos os recursos que um administrador acessa. Independente de qual seja, é depois do caractere que o usuário pode digitar os comandos.

Os comandos básicos do Linux

Agora que você já sabe como agir em um terminal, vamos aos comandos do Linux mais comuns. Para utilizá-los, basta digitá-los e pressionar a tecla Enter de seu teclado. É importante frisar que, dependendo de sua distribuição Linux, um ou outro comando pode estar indisponível. Além disso, alguns comandos só podem ser executados por usuários com privilégios de administrador.
A relação a seguir mostra os comandos seguidos de uma descrição:

cal: exibe um calendário;

cat arquivo: mostra o conteúdo de um arquivo. Por exemplo, para ver o arquivo infowester.txt, basta digitar cat infowester.txt;

cd diretório: abre um diretório. Por exemplo, para abrir a pasta /mnt, basta digitar cd /mnt. Para ir ao diretório raiz a partir de qualquer outro, digite apenas cd;

chmod: comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios. Saiba mais neste artigo;

clear: elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, como se o sistema acabasse de ter sido acessado;

cp origem destino: copia um arquivo ou diretório para outro local. Por exemplo, para copiar o arquivo infowester.txt com o nome infowester2.txt para /home, basta digitar cp infowester.txt /home/infowester2.txt;

date: mostra a data e a hora atual;

df: mostra as partições usadas;

diff arquivo1 arquivo2: indica as diferenças entre dois arquivos, por exemplo: diff calc.c calc2.c;

du diretório: mostra o tamanho de um diretório;

emacs: abre o editor de textos emacs;

file arquivo: mostra informações de um arquivo;

find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar informações. Para isso, deve-se digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abaixo) e o termo da busca. Parâmetros:
name - busca por nome
type - busca por tipo
size - busca pelo tamanho do arquivo
mtime - busca por data de modificação
Exemplo: find /home name tristania


finger usuário: exibe informações sobre o usuário indicado;

free: mostra a quantidade de memória RAM disponível;

halt: desliga o computador;

history: mostra os últimos comandos inseridos;

id usuário: mostra qual o número de identificação do usuário especificado no sistema;

kill: encerra processados em andamento. Saiba mais no artigo Processos no Linux;

ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual;

lpr arquivo: imprime o arquivo especificado;

lpq: mostra o status da fila de impressão;

lprm: remove trabalhos da fila de impressão;

lynx: abre o navegador de internet de mesmo nome;

mv origem destino: tem a mesma função do comando cp, só que ao invés de copiar, move o arquivo ou o diretório para o destino especificado;

mkdir diretório: cria um diretório, por exemplo, mkdir infowester cria uma pasta de nome infowester;
passwd: altera sua senha. Para um administrador mudar a senha de um usuário, basta digitar passwd seguido do nome deste;

ps: mostra os processos em execução. Saiba mais no artigo Processos no Linux;

pwd: mostra o diretório em que você está;

reboot: reinicia o sistema imediatamente (pouco recomendável, preferível shutdown -r now);

rm arquivo: apaga o arquivo especificado;

rmdir diretório: apaga o diretório especificado, desde que vazio;

shutdown: desliga ou reinicia o computador, veja:
shutdown -r now: reinicia o computador
shutdown -h now: desliga o computador
O parâmetro now pode ser mudado. Por exemplo: digite shutdown -r +10 e o sistema irá reiniciar daqui a 10 minutos;

su: passa para o usuário administrador, isto é, root (perceba que o símbolo $ mudará para #);

tar -xzvf arquivo.tar.gz: extrai um arquivo compactado em tar.gz;

telnet: ativa o serviço de Telnet em uma máquina. Para acessar esse computador a partir de outros por Telnet, basta digitar telnet nomedamáquina ou telnet IP. Por exemplo: telnet 192.168.0.10. Após abrir o Telnet, digite help para conhecer suas funções;

top: exibe a lista dos processos, conforme os recursos de memória consumidos;

uname: mostra informações do sistema operacional e do computador. Digite uname -a para obter mais detalhes;

Exemplos: comandos cal e uname -a


useradd usuário: cria uma nova conta usuário, por exemplo, useradd wester cria o usuário wester;

userdel usuário: apaga a conta do usuário especificado;

uptime: mostra a quantas horas seu computador está ligado;

vi: inicia o editor de textos vi. Saiba mais aqui;

whereis nome: procura pelo binário do arquivo indicado, útil para conhecer seu diretório ou se ele existe no sistema;

w: mostra os usuários logados atualmente no computador (útil para servidores);

who: mostra quem está usando o sistema.

Finalizando

Praticamente todos os comandos citados possuem parâmetros que permitem incrementar suas funcionalidades. Por exemplo, se você digitar o comando ls com o parâmetro -R (ls -R), este mostrará todos os arquivos do diretório, inclusive os ocultos.

A melhor forma de conhecer os parâmetros adicionais de cada comando é consultando as informações de ajuda. Para isso, pode-se usar o recurso --help. Veja o exemplo para o comando ls:
ls --help

Também é possível utilizar o comando man (desde que seu conteúdo esteja instalado), que geralmente fornece informações mais detalhadas. Par usar o man para obter detalhes do comando cp, por exemplo, a sintaxe é:

man cp

Se você estiver utilizando o bash, pode-se aplicar o comando help ou info da mesma forma que o comando man:

help cp
info cp

Assim como conhecer os comandos básicos do Linux é importante, também o é saber como acessar seus recursos de ajuda, pois isso te desobriga de decorar as seqüências das funcionalidades extras. Sabendo usar todos os recursos, você certamente terá boa produtividade em suas tarefas no Linux.

Escrito por Emerson Alecrim, fonte: http://www.infowester.com/


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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Diretórios do Linux


  • / = Raiz do sistema.
  • /home = Armazena diretórios e arquivos de trabalho dos usuários comuns do sistema.
  • /root = Armazena diretórios e arquivos de trabalho do superusuário (root).
  • /boot= Contém o kernel e todos os arquivos necessários para a inicialização do sistema.
  • /bin = Contém aplicativos e utilitários do sistema.
  • /sbin= Contém ferramentas de configuração e manutenção do sistema. Alguns aplicativos acessíveis apenas ao superusuário são instalados neste diretório.
  • /srv = Dados de serviços fornecidos pelo sistema.
  • /lib = Contém as bibliotecas compartilhadas e os módulos do kernel.
  • /media = Ponto de montagem para mídia removível.
  • /dev = Contém todos os dispositivos do sistema, tais como: modem, HD, floppy disk, CD-ROM, entre outros. Esses diretórios são utilizados para troca de informações, não possuindo existência real.
  • /etc = Contém todos os arquivos de configuração do sistema.
  • /tmp = Diretório reservado aos arquivos temporários utilizados por algumas aplicações.
  • /mnt = Diretório reservado para montagem de dispositivos e sistemas de arquivos em partições e discos locais e de rede.
  • /proc = Contém informações sobre os processos em execução no sistema. Assim como no diretório /dev, os arquivos e subdiretórios aqui contidos não são reais, sendo utilizados apenas como arquivos de troca.
  • /usr = Programas de usuários, sistemas de janelas X, jogos entre outros. Os links de alguns programas costumam ser instalados aqui.
  • /var = Contém arquivos de dados variáveis como log do sistema e diretórios de spool.
  • /opt = Diretório reservado para instalação de aplicações de terceiros como OpenOffice, softwares pagos etc.
Fonte: www.mundolunga.com


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Testando seu site em diferentes versões do Internet Explorer

IETester – Aplicativo free para você testar seu site em diferentes versões do Internet Explorer, veja a figura abaixo:

(Clique na imagem para ampliar)

Site – www.my-debugbar.com

Boa sorte.
Silvio Clécio


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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Inkscape, um software ideal para quem trabalha com Photoshop, GIMP e CorelDRAW

Olá,

Na procura de um software para edição de imagens (ícones, glyphs...) para meus projetos (Lazarus, Delphi...), encontrei um Studio completíssimo, vejam uma descrição maior sobre ele:

Inkscape é um software livre para editoração eletrônica (Portugal: edição electrónica) de imagens e documentos vetoriais, com base numa versão mais avançada do antigo sodipodi no qual teve origem. Trata-se assim de um fork considerado de sucesso.

Utiliza o método vetorial, ou seja, gera imagens a partir de um caminho de pontos definindo suas coordenadas, de forma transparente ao usuário. Imagens vetoriais têm maior aplicação em desenho técnico ou artístico e são, geralmente, mais leves e não perdem a qualidade ao sofrer transformações, como redimensionamento ou giro, em oposição aos formatos bitmap, pese embora o facto dos formatos vectoriais ainda não possuem capacidade directa para lidar com captação de fotografias em tempo real, pelo que na maior parte das aplicações tecnológicas de captação de imagem, os formatos bitmap ainda são considerados standard.

O Inkscape trabalha nativamente com o formato SVG (Scalar Vectorial Graphics), um formato aberto de imagens vetoriais, nomeadamente, uma subdefinição (DTD) da linguagem XML definido pela W3C. O aplicativo também exporta para o popular formato da Internet PNG e importa vários formatos vectoriais ou bitmap, como por exemplo: TIFF, GIF, JPG, AI, PDF, PS, entre outros. Leia mais...

Agora vejam só o negócio na prática, peguei para brincar três dos diversos exemplos que acompanham o software:

Um desenho típico (Clique na imagem para ampliar)
Aqui os caras usaram alguns pixels :) (Clique na imagem para ampliar)
Aqui eu desmontei o "carrinho" todo (Clique na imagem para ampliar)
Custei para acreditar que havia algo tão completo assim e totalmente gratuito; visite os seguintes sites:

Inkscape, finalmente uma solução completa e multiplataforma para edição de imagens!

Abraços,
Silvio Clécio

Continue vendo algumas imagens editadas com o Inkscape...


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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O projeto ACBr

Olá,

Para você que acompanha o projeto open source ACBr, deve conhecer uma ferramenta desenvolvida pelos mesmos autores, o ACBrMonitor, veja um shotscreen do software abaixo:

Os caras não param de aprimorar a ferramenta, agora mesmo foi escrito uma postagem sobre uma nova versão, clique aqui e confira.

Um dos elementos atuais que vem "tomado o sono" de alguns desenvolvedores (e claro, seus clientes :) ) e a NF-e, mas relaxe, os caras já pensaram em muitas soluções e incluíram nos frameworks do ACBr, acesse o site do projeto e confira muitos recursos oferecidos pelo ACBr – acbr.sourceforge.net.

Boa sorte.

Silvio Clécio.


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